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quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Touros vencem batalha na Catalunha.

UMA NOTÍCIA QUE REPASSO COM O MAIOR PRAZER, POIS JÁ É MEIO CAMINHO PARA A CONSCIENTIZAÇÃO DE OUTROS SOFRIMENTOS

IMPINGIDOS AOS ANIMAIS, TAL COMO O ABATE QUE É CRUEL E TERRÍVEL. ESTE É UM FATO QUE JÁ ESTÁ TOMANDO PROPORÇÕES

CONSIDERÁVEIS E NOS DÁ ESPERANÇA DE VER UMA MUDANÇA NA VISÃO ESTREITA E RETRÓGRADA DE UMA PSEUDO CULTURA

MANTIDA EM UMA ÉPOCA ONDE JÁ NÃO É MAIS ACEITA POR MUITOS. JÁ ALCANÇOU A MÍDIA QUE TAMBÉM EMITE POSIÇÃO FAVORÁVEL, EM SEUS

DEBATES A RESPEITO. ALVÍSSARAS!!!!







Foi aprovada nesta quarta-feira o fim das touradas na Catalunha, a partir de 1º de janeiro de 2012, tornando-se a segunda região espanhola a proibir esse tipo de evento depois das Ilhas Canárias, em 1991. A decisão do parlamento catalão (com 68 votos a favor, 55 contra e 9 abstenções) foi comemorada pelas entidades de defesa dos animais, que consideram a prática uma barbárie, enquanto os admiradores das touradas reclamavam o fim de uma tradição cultural na região.

Para a organização AnimaNaturalis, trata-se do primeiro passo para a abolição das touradas em todo planeta. A atriz francesa Brigitte Bardot, famosa por sua defesa pelos direitos dos animais, comemorou a decisão: "É uma vitória da democracia sobre os lobbies taurinos. Uma vitória da dignidade sobre a crueldade. Já não estamos nos jogos circenses e é necessário pôr um fim imediato a esta tortura animal".

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Origem dos Gatos


Os primeiros animais mamíferos chamavam-se Creodontes e surgiram há cerca de 60 milhões de anos atrás, e floresceram admiravelmente após a extinção dos dinossauros.



O gato partilha com cães, ursos e outros mamíferos um ancestral comum - uma criatura pequena, semelhante à doninha, de corpo comprido e pernas curtas, chamada Miacis. Surgido dos creodontes há cerca de 50 milhões de anos e bem adaptado a uma época hostil da história do planeta, o Miacis evoluiu e prosperou, transformando-se na diversidade da moderna família de carnívoros que hoje conhecemos.



Uma das ramificações do Miacis produziu os primeiros "gatos", os Proailurus, que caminhavam com a planta dos pés no chão. Há cerca de 20 milhões de anos, o Proailurus deu lugar ao Pseudaelurus, que já caminhava nas pontas dos dedos e possuíam poderosos caninos afiados.



Do grupo dos Pseudaelurus emergiram os antepassados diretos do atual gato doméstico, os Felidae. Durante os milhões de anos seguintes, o Felidae subdividiram-se em muitas subespécies, todas extraordinariamente aparentadas com os gatos modernos.



Há doze milhões de anos atrás, , surgiu o Felis lunensis, espécie européia que se julga ser a antepassada direta da atual família de gatos selvagens, sendo menores que seus predecessores.



Nesta época, os gatos modernos dividiram-se em dois grupos, os do Velho Mundo e os do Novo Mundo.



Um grupo de felídeos selvagens, pequenos e independentes, espalhou-se então pela Ásia, Europa e África.



Parentes dos gatos contemporâneos, eram criaturas sofisticadas, construídas para sobreviverem. Pequenos, asseados, perfeitos carnívoros, os gatos de então já possuíam garras retráteis, que podem ser consideradas uma obra-prima da natureza, imprimindo maior velocidade na caça e contribuindo para um bote mortífero.



A dentição do gato também evoluiu com perfeição, com dentes preparados para segurar, furar, matar, cortar e reduzir a presa a pequenos pedaços facilmente engolidos.



Com a domesticação, outras mudanças se perpetuaram, tanto físicas quanto comportamentais. O cérebro diminuiu de tamanho, o sistema digestivo modificou-se para adaptar-se a outro tipo de alimentação, a pelagem tornou-se mais variada , e o temperamento bravio do gato sofreu uma alteração permanente, para adequar-se ao convívio com o homem.

domingo, 28 de junho de 2009

Somos Loucos por Cachorro

Henry Ward Beecher, abolicionista



"Enquanto o homem continuar a ser destruidor impiedoso dos seres animados
dos planos inferiores, não conhecerá a saúde, nem a paz.

Enquanto os homens massacrarem os animnais,
eles se matarão uns aos outros.

Aquele que semeia a morte e o sofrimento,
não pode colher a alegria e o amor."


Pythagoras



"Eu amo o cão.
Ele não faz nada por razões políticas."

Will Rogers



"O paraíso jamais paraíso será,
a não ser que meus cães estejam lá a me esperar."

Eu



"Ninguém pode se queixar da falta de um amigo,
podendo ter um cão."

Marquês de Maricá



"Não me interessa nenhuma religião cujos princípios não melhoram,
nem tomam em consideração as condições dos animais."

Abraham Lincoln



"A proteção dos animais faz parte da moral e da consciência dos povos."

Victor Hugo



"Maltratar animais é demonstrar covardia e ignorância."

Leon Tolstoi



"A civilização de um povo se avalia pela forma como trata seus animais."

A. Humbold



"Se você fala com os animais,
eles falarão com você e todos se entenderão.

Se você não falar com os animais, você não os conhecerá
e o que você não conhecer, você temerá.

O que alguém teme, alguém destrói."


Chief Dan George



"Toda crueldade é fruto da fraqueza."

Seneca



"Que bom seria se todos os humanos pudessem ver
a humanidade perfeita de um cão!"

Autor desconhecido
Radar Animal (site de busca sobre animais)



"A compaixão pelos animais está intimamente ligada à bondade de caráter
e pode ser seguramente afirmado, que quem é cruel com os animais,
não pode ser um bom homem."

Arthur Schopenhauer



"E no primeiro dia da criação, Deus criou o Yorkshire.

E no segundo dia, Deus criou o homem para servir ao Yorkshire.

E no terceiro dia, Deus criou todos os animais da terra (especialmente a vaca)
para servir o leite como o alimento potencial para o Yorkshire.

E no quarto dia, começa a labuta honesta criada de modo que o homem
pudesse trabalhar para o bem do Yorkshire.

E no quinto dia, Deus criou bolinhas de todas as cores e tamanhos
de modo que o Yorkshire pudesse se divertir.

E no sexto dia, Deus criou a clínica veterinária e as
rações para manter o Yorkshire saudável.

E no sétimo dia, Deus tentou descansar,
mas teve que levar o Yorkshire para passear..."


Autor Desconhecido
Puff Barborino (Orkut)


sexta-feira, 8 de maio de 2009

Proteção dos Animais: ato de cidadania, consciência ambiental e civilidade



Os animais sempre existiram e fizeram parte do meio ambiente, tendo-se notícias, aliás, que muito antes da existência dos seres humanos, a Terra já era habitada por eles.

Por isso é que devemos atentar para a importância dos animais em nossa vida e na preservação e conservação do meio ambiente, pois o meio ambiente sadio e equilibrado é formado por um todo, e não apenas por elementos vistos de forma separada.

Ademais, a visão antropocêntrica, a qual consagra o homem como centro do universo, deve ser combatida, tendo-se em vista que dependemos da natureza para sobrevivermos, e, portanto, também dependemos dos animais e de sua existência e preservação no meio ambiente, do qual somos apenas uma parte.

Lembremos que durante todos esses séculos a humanidade exterminou milhares de espécies, e as conseqüências vêm sendo maiores a cada dia, alertando-se ao perigo de num futuro bem próximo o desequilíbrio ambiental tornar-se tão grande, que a vida humana será impossível.

Aliás, por tamanha importância dos animais em nossa vida que a legislação brasileira vem cuidadosamente tratando da tutela jurídica dos animais. Pois vejamos.

No ano de 1934 foi editado o Decreto n.º 24.645, ainda em vigor, que estabelece medidas de proteção aos animais, e que no bojo de seu artigo 3º elenca em rol não taxativo do que se considera maus-tratos aos animais.

A Constituição Federal brasileira, lei magna de nosso país, também alberga a tutela animal em seu artigo 225, tratando do meio ambiente, que no § 1º, VII, diz que é incumbência do Poder Público proteger a fauna e a flora, vedadas na forma de lei as práticas que coloquem em risco a sua função ecológica, que provoquem a extinção de espécie ou submetam os animais à crueldade.

E finalmente, em 1998, foi promulgada a Lei Federal n.º 9.605, Lei dos Crimes Ambientais, estabelecendo sanções penais e administrativas contra as violações ao meio ambiente, dando-se especial destaque ao artigo 32 caput da citada lei, que prevê pena de detenção de três meses a um ano e multa para aquele que praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos.

Assim, devemos ressaltar que a proteção de todos os animais está albergada em nossa legislação, sendo crime qualquer ato que prejudique o animal, seja ele um raro animal silvestre em extinção, ou um animal “vira-lata” perambulando pela rua. E quando falamos de crime, qualquer pessoa que se deparar com qualquer ato que considere maus-tratos a algum animal poderá encaminhar-se à Delegacia de Polícia mais próxima do crime e denunciar.

A preservação do meio ambiente é um ato de cidadania e dever de todos. Exerçamos a cidadania sócio-ambiental, e fiquemos atentos para a proteção dos animais. Pensemos nisso. Como dizia Humboldt, “avalia-se o grau de civilidade de um povo pela forma como trata seus animais”. Sejamos civilizados também!

terça-feira, 5 de maio de 2009

Amor e respeito aos animais

Amor e respeito aos animais

Qualquer pessoa pode ser protetora de animais.

No dia-a-dia de todos nós, animais compõem a paisagem e, com pequeninos

gestos de

amor, poderemos agir

em benefício deles.

Não custa nada amar aos animais e necessariamente

o retorno desse amor se fará presente em nossas vidas.

Passamos a enumerar algumas situações nas quais

nossa opção preferencial de amparo e respeito aos animais

se constituirá numa atitude digna e principalmente cristã:

Educação infantil

Conta-se que Licurgo foi convidado a falar sobre a educação. O grande

legislador de

Esparta aceitou, mas

pediu um ano para preparar o material que iria apresentar.

- Por que um homem tão sábio ocuparia tanto tempo para compor simples

exposição de

idéias?

Exigência aceita, prazo cumprido, ei-lo diante da multidão que compareceu

para ouvir-lhe

os conceitos. Trazia duas gaiolas. Numa estavam dois cães; duas lebres na

outra.

Sem nada dizer, tirou um animal de cada gaiola, soltando-os. Em instantes

o cão

estraçalhou a lebre.

Libertou em seguida os restantes. O público estremeceu, antevendo nova

cena de sangue.

Surpresa: o cão aproximou-se da lebre e brincou com ela. Esta

correspondeu, sem nenhum

temor, às suas iniciativa

- Aí está, senhores - esclareceu Licurgo -, porque pedi prazo tão

extenso, preparando

esses animais. O melhor discurso éo exemplo. O que mostrei exemplifica o

que pode a

educação, que opera até mesmo o prodígio de promover a confraternização

de dois seres

visceral e instintivamente inimigos.

Se é possível educar animais, mesmo antagônicos, levando-os à convivência

pacífica,

naturalmente será possível educar as crianças, incutindo-lhes desde cedo

o respeito devido

a Deus, aos semelhantes e à natureza - fauna e flora.

A criança, em particular, em casa, na escola e na sociedade, deve ser

esclarecida quanto às

normas cristãs de amor e respeito, aí incluindo-se os animais. Deve ser

enfatizado que

maus-tratos aos animais embrutecem o homem, pois isso é crueldade, que em

nada

dignifica a alma. As crianças são sensíveis ao aprendizado e, se lhes for

demons trado que

os animais sentem dor como nós próprios, certamente serão protetoras de

animais por toda

a vida.

O inevitável sacrifício de animais para servir de alimento, em hipótese

alguma pode se

revestir de pavor, crueldade e dor para com eles: a maneira deve ser a

mais rápida e menos

indolor possível. Quanto a insetos daninhos (moscas, mosquitos, baratas,

escorpiões etc.)

devem ser eliminados mas sem características de cruel dade, isto é, de um

golpe só.

A criança deve ser informada que tais insetos não são "inimigos", mas,

sim, seres criados

também por Deus: vivendo em rudimentar estágio, estão na Terra em razão

de este planeta

também abrigar outros seres - nós, inclusive - todos em processo de

evolução. Em

mundos felizes, certa mente, inexistem tais nocivas criaturas, aqui,

meros instrumentos

consentâneos com a evolução terrena.


Irmãos Menores, mas Irmãos



Irmãos menores, mas irmãos.

Menores porque ainda sem a inteligência contínua.

Delineia-se ao nosso entendimento que tudo aquilo que é criado por Deus - e todos os seres o são - tem o divino impulso evolutivo.

A evolução, assim, para tudo e para todos é inexorável, por lei Divina.

Vemos como se processa o aperfeiçoamento espiritual dos seres, desde sua criação, palmilhando os remos naturais, do irracional ao hominal - tudo em seqüência, obedecendo à escala progressiva perfeita.

Progresso alcançando ser a ser, mas sempre com auxilio permanente que emana do Criador, além daquele que pode e deve partir do próximo.

Tal reflexão, se aceita, levar-nos-á ao indispensável abandono da indiferença para o que acontece com os animais - todos eles!

Sendo o mundo uma grande casa-escola, cada ser vivo é um inquilino-aluno.

Disto decorre que dever cristão individual e intransferível é aquele que levará o aluno da classe superior a arrimar o que vem mais atrás, em aprendizado incessante.

Com isso, estaremos ouvindo e agindo, segundo os ensinamentos de Jesus, relativos ao Amor Integral.

Vida, liberdade, respeito e Amor são direitos que requeremos do mundo, de forma consuetudinária e ardente, por considerá-los bens inalienáveis.

Ora, se acreditamos que os animais são filhos do mesmo Pai, que aqueles direitos concede, qual a nossa responsabilidade em excluí-los desse contexto?