sexta-feira, 17 de junho de 2011

Antílope branco poderá deixar lista de espécies em risco de extinção





Antílopes na natureza

O Órix da Arábia ou antílope branco, espécie que foi caçada até ao limite da extinção, tem agora um futuro mais seguro, com uma população de mil animais, segundo a organização internacional para a conservação das espécies IUCN.

Esta é uma das conclusões da última edição do Livro Vermelho das Espécies ameaçadas, da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), hoje divulgada.

A IUCN estima que o último animal selvagem do Órix foi caçado em 1972 e este ano, graças a uma cria em cativeiro e a ações de reintrodução com sucesso, pode passar de espécie em perigo de extinção a espécie vulnerável.

“Esta é a primeira vez que uma espécie que chegou a estar extinta em estado selvagem melhora a sua situação subindo três categorias” na lista da IUCN, conforme refere uma informação da entidade.

No entanto, além dos casos de sucesso, também se registam algumas conclusões classificadas de “alarmantes” e é apontado o exemplo da situação de anfíbios, que de 19 espécies, como sapos, rãs e salamandras, no Livro Vermelho, oito estão em perigo crítico de extinção.

Os anfíbios continuam a ser um dos grupos mais ameaçados, com 41 por cento do total dos animais em perigo de extinção, segundo as estimativas que apontam como causas principais a destruição dos seus habitats, a contaminação, doenças e espécies invasoras.

“Para acabar com a crise de extinção, é preciso concentrar a nossa ação visando erradicar as principais ameaças que enfrentam as espécies e o meio em que vivem. O Livro Vermelho da IUCN é um instrumento valioso, fornecendo aos decisores uma grande riqueza de informação, não só acerca da situação atual da espéce, mas também das ameaças existentes e das ações de conservação exigidas”, explica o presidente da comissão de sobrevivência de espécies da IUCN, Simon Stuart, citado na informação.

Fonte: Sic Notícias

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Animal Planet - Pit Bulls e Condenados

Pit Boss - PR Remix

Pit Boss on Animal Planet Trailer

Briga entre cao e gato ( tente nao rir )

Gente, morri de rir aqui!!!!!
Bom FDS!!!


Zoológico ensina mais a crianças do que a sala de aula, diz estudo

Pesquisa de universidade britânica foi feita com 3 mil alunos.


Visitas despertam a atenção dos garotos para a conservação de espécies.

Uma pesquisa da Universidade de Warmick, na Grã-Bretanha, mostra que visitar o zoológico pode ser melhor para crianças aprenderem ciência e serem educadas sobre conservação da natureza do que o material e as aulas dentro da escola.

O estudo foi conduzido com mais de 3 mil crianças com idade entre 7 e 14 anos. Os alunos foram perguntados sobre o quanto conheciam animais, habitats e conservação da natureza. O questionário foi passado aos garotos antes e depois de idas ao Zoológico de Londres.

Do total, cerca de 53% delas foram afetadas pela visita e melhoraram o conhecimento científico sobre as espécies, ameaçadas ou não de extinção. A preocupação com a conservação dos animais também aumentou, já que 39% das crianças afirmaram ter desenvolvido uma consciência sobre o problema após a ida ao zoológico.

Segundo os pesquisadores, estar no zoológico desperta mais a vontade de aprender das crianças do que o conteúdo de sala de aula. E o aproveitamento era ainda maior quando as visitas eram guiadas por especialistas.

Os desenhos das crianças também mostrou uma evolução na compreensão dos termos científicos. Após a visita ao zoológico, alunos de 10 anos começaram a se familiarizar com palavras como floresta tropical e copa - para se referir ao topo das árvores. Elas conseguiram também identificar os habitats corretos dos animais como desertos,

Segundo Eric Jensen, professor de sociologia na universidade e coordenador do estudo, um décimo da população mundial visita um zoológico por ano, o que mostra o potencial de aprendizado que espaços para conhecer os animais têm.

Fonte: O Globo

Leão separado da companheira de oito anos está triste e perdeu peso no Zoológico de Niterói





RIO - As operações do Ibama para retirada dos animais do Zoológico de Niterói partiram um coração - o do leão Dengo, de 11 anos. Ele anda deprimido e perdeu a fome depois que sua companheira, a leoa Elza, de 10 anos, foi levada para viver a 1.148km de distância, no Zoológico de Brasília. Segundo a presidente da Fundação Zoológico de Niterói, Giselda Candiotto, o casal vivia há oito anos na mesma jaula e, com a separação repentina, Dengo está apático, passa os dias deitado e já teria perdido oito quilos. A companheira de Dengo foi levada com outros dois leões, Yuri e Naila, que também formavam um casal e foram separados durante a ação, em fevereiro. Dos cinco leões que havia, restaram apenas Dengo e o pai, chamado Sansão.

Desde 6 de abril, está em vigor uma decisão da 3ª Vara Federal de Justiça de Niterói, que, a pedido do Ibama, deu 120 dias de prazo para a remoção de todos os animais do parque. Dos 540 bichos, 233 já foram retirados de lá. Na quarta-feira, fiscais do órgão federal levaram 23 tartarugas tigres-d'água e nove jabutis, que foram doados a um criadouro no Paraná . Em fevereiro, a direção do zoo obteve uma liminar proibindo a retirada dos animais, mas ela foi cassada. No próximo domingo, funcionários e frequentadores planejam fazer uma manifestação no local, pedindo o apoio da população.

- Todos nós estamos arrasados com tudo o que está acontecendo. Mas, para mim, a ação mais dramática foi a da retirada e separação dos leões - contou Giselda.
O superintendente do Ibama no Rio, Adilson Gil, tem explicações para a separação dos casais de leões: duas fêmeas estariam com suspeita de contaminação com o vírus da imunodeficiência felina (FIV) e um macho estaria com a doença confirmada, precisando de tratamento e isolamento. Além disso, segundo o chefe da Divisão de Proteção Ambiental do Ibama, Márcio Urselino, os leões não costumam ter comportamento monogâmico e poderão em breve encontrar novos parceiros.

O órgão federal alegou no processo que o Zoológico de Niterói não conseguiu cumprir todos os itens de um termo de ajustamento de conduta (TAC) de 2004, que, entre as exigências, previa a reforma do abrigo dos primatas e a adoção de medidas para evitar que animais domésticos circulassem entre os bichos.

O Globo
Simone Candida