segunda-feira, 23 de abril de 2012
Porque boicotar o filme "The Grey"...
sábado, 31 de março de 2012
Unindo forças
Abandono de animais é debatido em seminário na Secretaria do Meio Ambiente29 de março de 2012 às 17:15Secretaria do Meio Ambiente, Polícia Militar Ambiental e entidades protetoras dos animais discutem o assunto juntos pela primeira vez “Não vamos nos furtar da nossa obrigação enquanto Poder Público de ajudar nessa ação que o terceiro setor faz de forma tão intensa e com tanta paixão. Atualmente o Estado está à disposição para ser parceiro de vocês.” Essas foram as palavras do secretário do Meio Ambiente Bruno Covas ao abrir o seminário sobre animais abandonados nos parques, realizado na terça-feira, 27, na sede da Secretaria do Meio Ambiente (SMA). O objetivo do seminário, organizado pela SMA em parceria com as entidades protetoras, foi expor o problema de abandono de animais nos parques do estado, analisar suas causas e efeitos e buscar soluções, conjuntamente, para coibir o abandono e a crueldade contra animais e, futuramente, resolver a questão. O evento reuniu palestras de representantes das ONGs Rancho dos Gnomos e Instituto Nina Rosa, do grupo de voluntários protetores dos animais Os Cães do Parque, do Centro de Controle de Zoonoses da cidade de São Paulo, da Polícia Militar Ambiental (PMA), e das instituições da SMA: Centro de Fauna Silvestre (CFS/CBRN), Coordenadoria de Educação Ambiental (CEA) e Fundação Florestal (FF). “Abandono é caso de Meio Ambiente sim”, disse Covas. Antes encarados com problema de saúde pública, os animais abandonados eram capturados e sacrificados. “Eles não são vilões, são vítimas”, declara Fábio Pegrucci, voluntário do Cão Sem Dono, que faz um trabalho de castrar e cuidar dos cães e gatos deixados no Horto Florestal, parque administrado pela SMA. Atualmente, a eutanásia é proibida, mas os animais continuam sendo constantemente deixados à própria sorte. Cresce a consciência por parte da população de que a situação carece de soluções solidárias. “É necessária uma mudança institucional. O estado é um reflexo da sociedade e a pressão popular ajuda a moldar o Poder Público”, afirma o coronel Milton Sussumo Nomura, Comandante da Polícia Militar Ambiental. O seminário é um embrião da solução efetiva do problema e o debate está só começando. Os voluntários que enfrentam os desafios diariamente dividiram suas experiências com os órgãos competentes e sugeriram ações de educação ambiental, conscientização das causas do problema e aceitação do papel do protetor ambiental como um atividade profissional, mas essas são medidas de longo prazo. Paralelamente, iniciativas paliativas como a castração, a vermifugação e o respeito aos animais já existentes nos parques devem ser adotadas imediatamente. O problema O abando de animais, principalmente domésticos, infelizmente é comum em locais públicos. Fruto da má informação por parte da população que acredita que os bichinhos podem viver por conta própria, o abandono é ainda um problema com soluções vagas. Ao passo que precisa ser tratado, existem vácuos legais que dificultam sua abordagem. Os parques estaduais são unidades de conservação, e por isso animais domésticos não podem se estabelecer dentro de suas dependências. “Mas o problema existe. Não adianta culpar a janela pela paisagem. O animal está abandonado, está ali, e precisa ser assistido. Paralelamente são necessárias ações efetivas para acabar com a causa do problema”, explica Pegrucci. As vítimas do abandono ficam vulneráveis a maus-tratos e má condições de vida e precisam de cuidados externos, que hoje são feitos pelos protetores, auto-entitulados gateiros e cachorreiros. Eles explicam que a castração é melhor forma de tratar o problema, por meio de mutirões, e sugerem parcerias entre Poder Público, clínicas veterinárias e voluntários. A Dra. Osleny Viaro, coordenadora do Programa Educativo Para Viver de Bem com os Bichos, do Centro de Controle de Zoonoses da cidade de São Paulo (CCZ), informa que o CCZ oferece castração gratuita para os munícipes de São Paulo. Já os animais silvestres abandonados nos parques precisam ser reintroduzidos no seu habitat natural. Mas há uma carência de lugares para onde esses animais, muitas vezes apreendidos pela PMA, podem ser levados. Claudia Terdimann, diretora do CFS/CBRN, explica o projeto de estabelecer centro de solturas para essas espécies. As ONGs, como o Rancho dos Gnomos, que recebem os animais silvestres devem se cadastrar no sistema Cadea (Cadastro de Entidades Ambientais), da SMA, para que no futuro possam ser estabelecidas iniciativas de cooperação. Maus-tratos é caso de polícia Outro assunto abordado no seminário foi o mau-trato a animais. Além do abandono, tráfico, rinha, caça, rodeio, circo, atropelamentos e rituais são algumas das causas desse crime, previsto na Lei de Crime Ambientais 9605/98, artigo 32. O coronel Milton Sussumu Nomura citou estudos que relacionam crimes domésticos, maus-tratos a crianças e crueldade a animais. “Pessoas que maltratam animais têm cindo vezes mais probabilidade de cometer crimes contra pessoas”, disse. Ou seja, combater crimes contra animais e punir os responsáveis é uma prevenção de crimes contra as pessoas a sociedade. Por esse motivo, a importância de reportar diretamente à Polícia Militar Ambiental os casos de crueldade a animais. “Dessa maneira podemos direcionar a ação da Polícia, impedir que isso aconteça e punir os responsáveis”. As denúncias podem ser feitas pelo telefone 190 ou pela internet no e-mail ongambiental@policiamilitar.sp.gov.br. A PMA garante sigilo. “Transformar é possível” Fábio Pegrucci e Luciane Sarraf, das entidades Os Cães do Parque e Celebridade Vira-lata, respectivamente, defendem que “quando Poder Público e sociedade civil jogam do mesmo lado, transformar é possível”, e apresentaram o vídeo explicando o trabalho da entidade. Ficou clara a necessidade de mudança de concepção e de valores como solução para tratar o abandono de animais. “O ser humano precisa parar de se sentir o centro do meio ambiente e começar a se sentir parte dele”, disse Daniel Teixeira de Lima, da CEA. Nina Rosa Jacob, do Instituto Nina Rosa, complementa que “somos todos semelhantes, basta nos permitir olhar e ver isso”. Para isso, gestores de parques, funcionários, prestadores de serviço e frequentadores devem ser orientados sobre os problemas do abandono e as consequências desse ato, tanto ao que se refere aos impactos causados, quanto às penalidades aplicáveis. Diante deste cenário, a SMA lançou no seminário o folheto informativo “Abandono de animais nos parques”, que foi distribuído no evento e será divulgado para a população do entorno dos parques, além de disponível no site da instituição. Fonte: Secretaria do Meio Ambiente |
domingo, 25 de março de 2012
Como evitar que os gatos destruam os móveis.
Os gatos são, realmente, animais fascinantes! Asseados, muito inteligentes e mais independentes que os cães, os bichanos acabam se tornando a preferência de muitas pessoas. No entanto, quando começam a destruir móveis, tapetes e objetos da casa, a situação pode ficar um pouco complicada... Os arranhões na mobília são uma das principais queixas dos donos de felinos.
Mas, antes de saber como lidar com esse problema, é preciso entender o porque de ele acontecer.
Lixando e marcando...
Na natureza, os gatos arranham locais por dois motivos principais: para afiar suas unhas e como forma de marcar o local, deixando seu cheiro para que outros gatos percebam sua presença. Ou seja, os arranhões também são uma forma de comunicação que o felino herdou de seus ancestrais e, em casa, essa necessidade permanece. O gato, então, busca o local mais atraente, com boa altura, para que ele possa arranhar em várias posições e com um material atrativo, como madeira ou superfícies como carpetes e sofás.O que fazer?
Primeiramente, é preciso entender que arranhar faz parte da natureza do bichano, e ele não deve ser privado de seguir seus instintos. Por isso, o ideal é redirecionar este comportamento...Uma maneira muito eficaz de fazer isso é fornecer ao gato um arranhador próprio para ele – existem diversos modelos no mercado pet, com altura e materiais diversos. É aconselhável colocar o arranhador bem próximo do objeto que o gato estava arranhando antes, para que ele fique interessado em interagir com o "novo objeto". Para incentivar o uso do arranhador o dono também pode passar substâncias atrativas no objeto, como o cat nip – encontrado em pet shops – que incentiva o felino a usá-lo.
Alguns gatos também adoram destruir caixas de papelão, que podem ser uma boa opção para enriquecer o ambiente dos felinos.
Entretanto, além de oferecer outras alternativas para o bichano arranhar, é importante diminuir a atração que o felino tem pelo móvel que costumava arranhar, deixando o local desconfortável para ser arranhado.
Cobrir o objeto com um plástico ou usar uma fita dupla-face pode ajudar bastante a evitar que o gato se interesse em arranhar ali novamente.
Sem broncas
E, quando falamos em gatos, é preciso ter sempre muito cuidado ao dar broncas, já que os bichanos tendem a ser bem mais sensíveis do que os cães, e podem ser bem insistentes no comportamento errado, ou até ficarem agressivos e arredios. Além disso, a bronca pode reforçar o comportamento se o gato entender que toda vez que ele arranhar alguém aparece para falar com ele.Manicure
Muitos bichanos aumentam o comportamento de arranhar quando suas unhas estão compridas. Dessa forma, manter as unhas do felino sempre aparadas também pode ajudar. Mas, lembre-se que alguns gatos não gostam de cortar as unhas, e o corte errado das garras pode ferir o animal. Para este procedimento, conte com o auxílio de um profissional!Importante: em casas com mais de um gato, há uma tendência natural que eles arranhem mais. Por isso, nesses casos, utilize vários arranhadores em locais diferentes da casa para dar opções para todos os bichanos poderem arranhar à vontade, nos lugares adequados para esse comportamento.
VERMIFUGAÇÃO: CÃES E GATOS
Filhotes
- 1ª dose: aos 45 dias de vida.
- 2ª dose: aos 60 dias de vida.
- Até 1 ano de idade repetir o vermÍfugo a cada 3 meses.
Adultos
- A cada 6 meses.
VACINAÇÃO GERAL
(UMA SEMANA APÓS O VERMÍFUGO)
CÃES - Filhotes
V-8 ou V-10
- 1ª dose: 2 meses de idade.
- 2ª dose: 3 meses de idadea.
- 3ª dose: 4 meses de idade.
Raiva
- 1ª dose: 5 meses de idade.
CÃES - Adultos
V-8 ou V-10
- Anualmente.
Raiva
- Anualmente.
GATOS - Filhotes
Tríplice Felina ou Quíntupla Felina
- 1ª dose: 2 meses de idade.
- 2ª dose: 3 meses de idadea.
- 3ª dose: 4 meses de idade.
Raiva
- 1ª dose: 5 meses de idade.
GATOS - Adultos
Tríplice Felina ou Quíntupla Felin0
- Anualmente.
Raiva
- Anualmente.
sábado, 24 de março de 2012
Você usa perfumes com ALMISCAR

Armani Mania (Giorgio Armani) - L'eau Dissey (Issey Miyake) 212 Women (Carolina Herrera) - Flower by Kenzo (Kenzo)
212 Sexy (Carolina Herrera) - Herrera for Men (Carolina Herrera) ... Polo Sport (Ralph Lauren) - Noa (Cacharel)
Romance (Ralph Lauren) - CK Be (Calvin Klein) Empório Armani (Giorgio Armani) - Acqua di Giò (Giorgio Armani)
L'eau par Kenzo (Kenzo) - Light Blue (Dolce & Gabbana) Angel Inocent (Thierry Mugler) - Ralph (Ralph Lauren)
Amor Amor (Cacharel) - Gabriela Sabatini (Gabriela Sabatini) Kouros (Yves Saint Laurent) - Organza Indecence (Givenchy)
Animale for Men (Animale) - Presence (Mont Blanc) Perfume que usa couro na composição: Polo - Ralph Lauren
Então saiba um pouco sobre sua origem: SOFRIMENTO DE ANIMAIS
O almiscareiro macho é provido de uma glândula em seu ventre que secreta uma substância odorífera denominada almiscar. O animal capturado fica até 15 anos preso em jaulas apertadas, na mesma posição, para facilitar a retirada do almiscar, são chicoteados ao redor das genitais para se contrair o odor para retirada do almiscar não é necessário sacrificar o animal, até porque ele vivo em cativeiro produzirá mais almiscar.
Como ele já se encontra imobilizado pela jaula, apertam-lhe a glândula posicionada logo abaixo do pênis, a glândula se abre e com uma espátula retiram o almiscar torturado nessa jaula até por 15 anos ou seja praticamente por toda sua vida isso quando ele não vem a morrer com toda essa tortura. É na China onde o almiscareiro vive originalmente, onde atualmente é criado em cativeiros para garantir o abastecimento das industrias cosméticas, não só local mais de todo o mundo especialmente Hong Kong e Europa
Há outros animais que também possuem o almiscar e alguns também estão a beira da extinção, como veado almiscarado, rato silvestre almiscarado, boi almiscarado, pato almiscarado, gatos selvagens da Abissínia, castores almiscarados, cervos e outros... Na maioria esses são caçados e mortos para retirada do almiscar, imaginem quantos animais são mortos para garantir indústrias de perfumes, INSENÇOS, etc, visto que tem produtos que chegam a utilizar mais de um tipo de animal.
São os consumidores que financiam isso, por tanto antes de comprar verifique a procedência do perfume evite musck, almiscar, almiscarados, âmbar e ambarados, assim vc terá certeza de não estar carregando em si gotas de tortura.
Alguns componentes dos perfumes da tortura: produtos de origem incomum:
- musck (almiscar) proveniente de uma glândula da cabra do Tibet Himalaio.
-Almiscar proveniente de uma glândula do almiscareiro macho e outros
-Âmbar gris: secreção regeitada pelo cachalote (baleia) Recolhido nas águas do Oceano indico ao longo da Costa do Peru resultado das fezes dos cachalotes (baleia) Ou encontrados no intestino de cachalotes abatidos.
Nas embalagens de grifes escondem dor sofrimento tortura e morte de vários animais pobres vítimas de pura luxuria e ganância.
A Espiritualidade dos Animais

A mais interessante e a mais comentada é a que se refere à cadelinha Natasha, porque foi a primeira que se sobressaiu e chamou a atenção das autoridades científicas para o fato das curas espirituais. Natasha foi encontrada abandonada, com diversas enfermidades, incluindo um câncer, que, segundo um professor de uma universidade importante de São Paulo, não lhe permitiria uma sobrevida de mais de uma semana. O animal se curou do câncer (há comprovação laboratorial) em 3 meses, e viveu ainda mais um ano, quando morreu repentinamente, sem estar doente. Acho que era sua missão chamar a atenção da ciência.
Apesar de o assunto não ser novo, isto é – o assunto “espiritualidade dos animais” não é novo – as pessoas o encaram dessa forma porque os animais são considerados seres de segunda categoria. Ainda assim, creio que a consciência em relação a eles, no que se refere a serem nossos irmãos, está alcançando patamares mais elevados em menos tempo do que aconteceu, por exemplo, com as mulheres, negros e escravos, que eram considerados seres de segunda categoria e, portanto, descartáveis.


